Os 7 Domínios da Vida Humana em 2050
Os 7 Domínios da Vida Humana em 2050
Viver em um corpo humano em 2050 será viver mais, com pirâmide etária invertida, biotecnologia editável e pandemias recorrentes — três forças que redefinem o que significa estar saudável.
Como será viver em um corpo humano?
Viver em um corpo humano em 2050 será viver mais, com pirâmide etária invertida, biotecnologia editável e pandemias recorrentes — três forças que redefinem o que significa estar saudável.
Carga de doença redistribuída e medicina de precisão
Como pensaremos e nos relacionaremos com máquinas?
Pensar e se relacionar com máquinas em 2050 será conviver com IA como camada cognitiva clínica padrão, dados corporais como ouro digital e saúde mental ultrapassando as cardiovasculares como maior carga.
IA como infraestrutura cognitiva clínica
Saúde mental como maior carga de doença produtiva
Datificação do corpo e disputa pela soberania de dados
Como nos relacionaremos uns com os outros?
Relacionar-se em 2050 será atravessado por solidão estrutural como determinante clínico, migrações climático-sanitárias em escala continental e erosão da confiança em ciência e instituições.
Solidão estrutural como determinante clínico
Migrações climático-sanitárias em escala
Erosão da confiança em ciência e instituições sanitárias
Como geraremos valor e propósito?
Trabalhar em 2050 será gerar valor sob automação acelerada pela IA, escassez global de profissionais de saúde e o surgimento da economia da longevidade como nova fronteira produtiva mundial.
Reconfiguração do trabalho pela IA e automação
Escassez global de força de trabalho assistencial
Economia da longevidade como nova fronteira produtiva
Onde e como habitaremos o planeta?
Habitar o planeta em 2050 será viver em era climática-sanitária, com 70% em cidades reconfiguradas como infraestrutura de saúde e crise hídrica e alimentar que torna cadeias produtivas vulneráveis.
Era climática-sanitária
Urbanização radical e cidades como infraestrutura de saúde
Crise hídrica, alimentar e dependência de cadeias produtivas
Como decidiremos coletivamente?
Decidir coletivamente em 2050 será operar em mundo polinodal sem multilateralismo sanitário, com soberania digital e biotecnológica como eixo geopolítico e captura corporativa da saúde em curso.
Mundo polinodal e crise do multilateralismo sanitário
Soberania digital e biotecnológica como eixo geopolítico
Financeirização e captura corporativa da saúde
O que daremos significado a viver?
Dar sentido a viver em 2050 será integrar saúde planetária como paradigma, cuidado e fim de vida como pauta sanitária e a pergunta sobre equidade do tempo de vida — quem pode pagar para viver mais.