Como o OPS 2050 transforma dados em inteligência para decisão
O Observatório Permanente da Saúde adota uma metodologia própria que integra análise sistêmica, inteligência estratégica e prospectiva. O método organiza informações provenientes de diferentes fontes em um modelo estruturado, permitindo compreender a situação atual do sistema de saúde, antecipar mudanças e apoiar decisões de longo prazo. O processo combina evidências, indicadores, tendências e cenários em uma estrutura analítica única, desenvolvida para identificar prioridades e orientar ações estratégicas.
Leitura do ambiente
O primeiro passo consiste em compreender as forças que transformam o sistema de saúde. Para isso, o Observatório utiliza a metodologia PESTAL, que analisa seis dimensões do ambiente.
Essas forças representam o contexto em que o sistema de saúde evolui e servem de base para toda a metodologia. A partir dessa leitura macroambiental são definidos os eixos estratégicos que estruturam as análises do Observatório.
Organização do conhecimento
As forças identificadas pela PESTAL são organizadas em sete eixos estratégicos, que representam os principais vetores de transformação da saúde brasileira.
Esses eixos são analisados em relação aos diferentes atores que compõem o ecossistema da saúde, permitindo compreender como cada tema afeta cada stakeholder.
O Cubo OPS 2050
O cruzamento entre os sete eixos estratégicos e os oito stakeholders gera 56 células analíticas, que constituem o núcleo metodológico do Observatório.
Cada célula representa uma questão específica do sistema de saúde e reúne evidências, indicadores, impactos e informações relacionadas a esse tema. Esse modelo permite analisar os desafios de forma estruturada, rastreável e comparável.
COMO TRABALHAMOS
Para isso, sua metodologia integra: