Retrofit conduzido pela Fator Towers transformou área em shopping em unidade hospitalar preparada para atender milhares de pacientes
Transformar uma área de shopping center em uma unidade hospitalar exige planejamento, controle técnico e adaptação a um ambiente com regras próprias de funcionamento. No Shopping da Gávea, no Rio de Janeiro, a Fator Towers conduziu o retrofit do Hospital São Lucas, transformando-o em um projeto preparado para uma alta complexidade assistencial.
A empresa já havia enfrentado diferentes desafios de engenharia, porém foi naquele momento que aprendeu a lidar com restrições específicas de um shopping. A implantação de uma unidade de saúde naquele espaço impôs condições de: horários limitados de trabalho, controle de ruído, tratamento de resíduos e logística de carga e descarga. Cada etapa precisou considerar a rotina do empreendimento e, ao mesmo tempo, os requisitos técnicos necessários para abrigar serviços hospitalares.
O projeto foi executado em uma área de 2.500 metros quadrados que passou a reunir centros voltados a doenças do fígado e pâncreas, hérnia abdominal, infusão, hemodiálise, endoscopia digestiva, diabetes e obesidade, além de transplantes de fígado, pâncreas e rins.
A estrutura também contempla um centro de diagnóstico por imagem excepcional, com tomógrafo de 64 canais, ressonância magnética 1.5T, mamógrafo digital e ultrassom 4D.
O resultado é uma unidade preparada para atender entre 12 mil e 15 mil pacientes por ano, com um impacto que ultrapassa a entrega da obra: desde então, ela contribui para ampliar a oferta de serviços especializados, diagnóstico e atendimento em saúde em uma área de grande circulação urbana.
Após essa experiência e, atualmente, com 70 anos de existência, a Fator Towers acumula em seu currículo realizações em locais como Parque Shopping Maceió, Pátio Savassi Shopping e Andorinha Hiper Center.
O case, portanto, evidencia como planejamento e execução técnica podem transformar limitações em infraestrutura assistencial. Ao adaptar um espaço comercial para receber serviços de alta complexidade, o projeto demonstra que a engenharia também pode atuar como vetor de acesso, eficiência e cuidado para milhares de pessoas.