Projetar um hospital é pensar em uma estrutura que acompanha as transformações da assistência. Isso significa considerar como os espaços serão utilizados, quais tecnologias poderão ser incorporadas e como a operação poderá se adaptar a novas necessidades.
É a partir dessa perspectiva que a PGMAK desenvolve projetos e gerencia obras há 17 anos. A empresa surgiu da união de profissionais da construção, do setor hospitalar e da arquitetura, porque o mercado buscava atuação integrada.
Na prática, essa integração começa nos estudos de viabilidade e avança pelos projetos executivos, reunindo arquitetura e engenharia. A proposta é antecipar interferências, reduzir retrabalhos e criar soluções que conciliem eficiência, funcionalidade e sustentabilidade. Em projetos hospitalares, essa compatibilização contribui para maior previsibilidade de custos e prazos.
A tecnologia amplia essa capacidade. Metodologias como o BIM permitem centralizar informações e identificar conflitos antes do início da obra. Já a Inteligência Artificial começa a apoiar a organização de dados, a análise e a tomada de decisões.
“A tecnologia veio para apoiar as pessoas e potencializar o conhecimento técnico”, afirma Marcos Vilas Boas, sócio-proprietário da PGMAK.
Esse olhar se estende à operação. Para acompanhar a evolução de equipamentos e modelos assistenciais, hospitais precisam de estruturas flexíveis, com possibilidade de adaptação e expansão, integração entre sistemas e infraestrutura preparada para novas tecnologias. A sustentabilidade entra desde o planejamento, com redução de desperdícios, racionalização de materiais e busca por eficiência.
O acompanhamento próximo da execução conecta o que foi planejado às decisões do canteiro. Mais do que monitorar cronogramas e custos, o gerenciamento permite coordenar equipes, identificar riscos e preservar a qualidade prevista no projeto.
No centro dessa abordagem está uma percepção que ultrapassa a engenharia. Após vivenciar a experiência de ser paciente, Vilas Boas reforçou a importância de ambientes bem planejados para a jornada de cuidado. “Estamos falando de pessoas, de histórias e de vidas.”
Essa compreensão orienta uma infraestrutura de saúde que combina planejamento, tecnologia e flexibilidade, mantendo no centro o que dá sentido ao projeto: criar espaços capazes de acolher, atender e acompanhar as transformações da assistência.