Simulador de rotas dos cenários

ABIMED × FIA · Event Horizon Contagion Method aplicado às 40 iniciativas

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Novo equilíbrio em 2050
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Trajetória na matriz 2×2

Movimento do sistema entre 2026 e 2050 nos eixos de integração da governança (X) e arquitetura econômico-financeira (Y). A espessura da linha cresce com o tempo: o traço fino é 2026, o grosso é 2050.

Ondas de consequência · driver-waves e horizontes de evento

Cada eixo temático é uma onda de impacto marginal. O ponto marca o horizonte de evento — o instante em que a onda atinge amplitude máxima. Linhas verticais são os branch points da janela 2026–2034.

Diagnóstico iniciativa a iniciativa

Entrega efetiva = viabilidade política × espaço fiscal × prontidão de governança. Quando a prontidão de governança falta, o modo de falha C4 documentado na ficha é acionado.

Novidade contingente

Efeitos de segunda ordem que a rota torna plausíveis e que não estavam no desenho original.

Eixos ao longo do tempo

Leitura desagregada da mesma trajetória. Tipping points: X* (integração torna-se estrutural) e Y* (financiamento deixa de ser insuficiente); os valores vigentes aparecem rotulados no gráfico.

Camadas de dados. As 40 fichas, a banda, a transição servida e o modo de falha em C4 são extraídos diretamente de OPS2050_Fichas_Propostas_v48 e do Workbook v48. O selo é o MRT — marcador relativo de tendência, escala de 1 a 9, composto por 0,30 imprensa mais 0,35 político mais 0,35 técnico OPS — em estado de ensaio, porque o n* não foi congelado em nenhuma arena. Os parâmetros dx, dy, custo e lag são camada analítica construída para o modelo, não constam das fichas; em P4.8 e P5.6 são estimativa por analogia declarada. Custo. O custo indicativo continua no modelo — alimenta o eixo Y, o envelope fiscal de cada ano e o gatilho do modo de falha em C4 — mas não é exibido como valor agregado, porque 7 das 40 fichas não o declaram e a soma misturaria valor declarado com valor atribuído. A dependência fica declarada aqui em vez de escondida. Os quatro cenários e os tipping points vêm dos relatórios analíticos C1 Vegetativo, C2 Limiar, C3 Regenerativo e C4 Refratário. A arquitetura de nove movimentos — espaço pré-evento, driver-waves, tipping points, horizonte de evento, branch points, pontos de reforço e contra-reforço, cross-impact, novo equilíbrio e novidade contingente — segue Oosthuizen, Introducing the Event Horizon Contagion Method (GIBS/Universidade de Pretória).

Camada analítica. Os coeficientes dx, dy, custo e lag de cada iniciativa são uma parametrização construída para este simulador, não constam das fichas. São editáveis em cada ficha aberta. O modelo é heurístico e interpretativo, não preditivo.